As apostas no início do jogo já davam certa a vitória dos franceses sobre Honduras. A maior estrela do jogo, Karim Benzema tinha todas as atenções voltadas para si e chamou a responsabilidade desde o início. Honduras mal passava do meio campo e a França acertava duas bolas na trave para simbolizar sua supremacia absoluta. Mesmo cheia de volantes, a equipe de Deschamps trocava passe e era sempre perigosa pela direita com Debuchy.

Quando parecia que o primeiro tempo iria terminar sem gols, Wilson Palacios faz uma carga nas costas da revelação Pogba, leva o segundo cartão amarelo, o vermelho e ainda dá um pênalti de presente para a França. Benzema quase nunca erra uma cobrança de penalidade máxima e dessa vez manteve o bom retrospecto. Bola pra um lado e goleiro pro outro!
Com Honduras jogando com um a menos, parecia que o segundo tempo seria de goleada. E foi. Não tão grande como poderia ser, mas ela começou a ser desenhada logo aos três minutos da etapa final, quando Benzema acertou a trave e o goleiro colocou pra dentro. O árbitro brasileiro, Sandro M. R. precisou da nova tecnologia para marcar gol para a França, sob muito protestos dos hondurenhos.

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Por mais que chegasse com perigo, a França só conseguiu mar o terceiro aos 72' e por aí ficou. O time europeu espantou o fantasma da zebra, mas não demonstrou um futebol tão formidável. Ribery fez falta sim, e sempre fará num time que joga praticamente com quatro volantes. O placar não pode refletir uma ótima atuação dos franceses que vão ter de demonstrar muito mais do que hoje se quiserem seguir sonhando alto.









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