O projeto também é um convite a torcedores de outros clubes que se identificam com a causa LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), para que todos se unam na torcida pelo Brasil.
"Mesmo que não consigamos entrar nos estádios, vamos aonde houver aglomerações para expor a nossa causa", diz Felipeh Campos, apresentador de TV e fundador das Gaivotas, que enxerga a criação da torcida como um ato ideológico e não só futebolístico.

Durante os jogos do Mundial, ele pretende liderar concentrações das Gaivotas em locais ligados diretamente à Copa, como portas de estádio e Fan Fests, lugares onde o grupo possa aparecer e chamar a atenção de torcedores brasileiros e estrangeiros: "Vamos levar faixas, vamos de 'cheerleader'. É para fazer barulho mesmo. Não vamos ficar como uma coisa velada".
O desejo de conquistar a estima do governo federal é tamanho que Felipeh Campos chegou a fazer, recentemente, a carteirinha de número um das Gaivotas Fiéis para o corintiano Lula, que ainda não foi entregue ao ex-presidente.
Fonte: http://estadiovip.com.br/67000/torcida-gay-do-corinthians-se-prepara-para-copa-e-quer-encontro-com-dilma









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