Nesta quarta-feira, foi visto um retrato do futebol carioca na atualidade, estádios vazios e pouco entusiasmo dentro de campo. No final da semana passada, a FERJ, anunciou que irá fazer profundas mudanças no campeonato carioca que, como pôde ser visto, não mudou muito em relação aos campeonatos passados, contrariando ao esperado pela Federação do Rio de Janeiro que mudou o módulo do campeonato depois dos protestos do Bom Senso F.C.O campeonato ficou mais curto, mas não mais interessante. O que se pôde ver até aqui, inclusive na partida de ontem, foram estádios com média de público baixíssimas e um futebol que só faz inveja aos campeonatos do norte do país. Apesar da estrondosa influência midiática, não se pôde amenizar a profunda crise que passa o futebol carioca, que foi amenizada com o duvidoso título da Copa do Brasil pelo Flamengo e por Seedorf que, como costuma-se dizer na gíria futebolesca, "carregou o Botafogo" nas costas até conseguir a vaga na Libertadores.
Com o Vasco da Gama na segunda divisão, um Fluminense mais conhecido por suas reviravoltas mirabolantes no tapetão, um Botafogo que ainda tenta encontrar um futebol digno de Libertadores e um Flamengo com um "brocador" com seca de gols, o futebol do Rio de Janeiro vive apenas da influência das duas maiores redes de televisão do país.
Ontem, o Flamengo praticamente despachou a Cabofriense, com um 3X0, em um jogo chato, onde a fragilidade dos times pequenos ficou mais evidenciada que qualquer outra coisa. Apesar disso pode-se, sem dúvida, considerar que foi um resultado enganoso, por conta do primeiro tempo que fez a Cabofriense, apesar da enorme supremacia rubro-negra na segunda etapa.Com gol relâmpago de Alecsandro, que não quis abraçar a torcida na comemoração, o Flamengo colocou mais que um pé na finalíssima, e o atacante rubro-negro agora divide a artilharia com Edmilson do Vasco. Vasco que hoje, a partir das 21hrs,faz o outro confronto de semi-final com o Fluminense, em um jogo que promete ser levemente melhor. Embora seja difícil, o clichê prega que "clássico é clássico", é esperar pra ver.










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